EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E PROMOÇÃO DA SAÚDE: UMA ANÁLISE CRÍTICA

Cristiane Boelhower

Resumo

A Educação Física Escolar (EFE) e a Saúde desde sua origem apresenta as tendências da medicina em sua fundamentação teórica e filosófica, como modelo genitor em questão. No ambiente escolar, os educandos ainda retomam uma representação social de longos tempos sobre a relação da Educação Física e a saúde. Este estudo teve por objetivo discutir o papel da Educação Física voltada à saúde, a partir do cenário social que se observa na atualidade, as proposições referentes aos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) e a Lei de Diretrizes de Base (LDB) também foram discutidas com o propósito de alcançar as propostas de programas e colaborar com novas sugestões em relação ao conjunto de eventual desenvolvimento. Ainda, a reflexão sobre o corpo e a educação, os conceitos de promoção da saúde e doenças, os modelos de propostas de programas de ensino preocupados em argumentar o conceito de saúde dentro do contexto didático-pedagógico e suas diferentes tendências de programas de Educação Física Escolar nas últimas décadas. O estudo busca esclarecer algumas características estabelecidas por produções literárias a base de resultados quantitativos, que defendem concepções com apoio de determinação biológicas, com a falta de consideração da história da saúde e suas limitações, com a freqüente investida a respeito de “culpa” por parte do indivíduo frente aos problemas relacionados a saúde e a aptidão física. Assim, Contudo, os programas de ensino não são adequados as realidades sociais, econômicas, políticas e culturais dos educandos e da sociedade. Os programas curriculares ainda não se adequaram as propostas elaboradas pelos PCNs, visto que estes conteúdos na atualidade são os que mais se ajustam para a compreensão da condição de vida.

Palavras-chave

Educação física escolar; promoção da saúde.

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