LA IRREVOCABLE VOLUNTAD DE IGUALDAD O LA POLÍTICA EDUCATIVA VENEZOLANA EN LA TRANSICIÓN POSTLIBERAL: INICIATIVAS, TENSIONES Y CONFLICTOS

Ramón Casanova

Resumo


Este artigo pretende avaliar o alcance da experiência venezuelana da reforma educacional que tem
sido desenvolvida desde a vitória do bloco político e social, antiliberal, no ano de 1999. Para tanto, o texto
descreve as fontes ideológicas que separam tal reforma do programa originado do Consenso de Washington,
e registra o “retorno” das tradições intelectuais igualitárias e os novos sentidos atribuídos à educação dentro
do desenho do projeto nacional de desenvolvimento. Na sequência, são analisadas as lógicas que a acompanham,
ressaltando as linhas estratégicas e inventariando as variáveis sociais e educacionais que têm sido priorizadas
pelo Estado. Além disso, busca-se sintetizar os avanços relativamente à neutralização dos obstáculos levantados
nos anos 1990 que acentuaram a discriminação e os baixos desempenhos na escola. O artigo conclui registrando
brevemente as tensões que abrem os rumos para as mudanças, sobretudo no que se refere ao papel do Estado
e do currículo. Finalmente, chama a atenção sobre o que se pode considerar o espaço menos dinâmico desta
experiência, ou seja, o “atraso” na atualização dos mecanismos de gestão.

Palavras-chave


Metas educacionais e projeto nacional de desenvolvimento; Crítica ao Consenso de Washington; Igualitarismo e reforma educacional

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