Amor e guerra em Dr. Strangelove: paródias da Guerra Fria e da arma nuclear

Rafael Duarte Villa, Larissa dos Santos, Nayara Moraes da Costa

Resumo

Este artigo analisa os significados políticos do filme Dr. Strangelove no contexto
da Guerra Fria, ressaltando como as preocupações com as armas nucleares durante aquele
período permitem à obra de Stanley Kubrick examinar de maneira criativa os paradoxos e as
situações tragicômicas da Guerra Fria em três planos: no primeiro, por meio de metáforas e
significados que decorrem das personagens; no segundo, ressaltando como o contexto militarista da Guerra Fria conduz ao paradoxo do surgimento de paixões militaristas (o amor pela bomba nuclear); e, no terceiro, Dr. Strangelove insinua uma reflexão sobre o tipo de loucura que sugere a teoria da dissuasão.

Palavras-chave

Dr. Strangelove; Guerra Fria; Amor; King Kong

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