EDUCAÇÃO EM SAÚDE COMO INSTRUMENTO DE CONTROLE DE PARASITOSES INTESTINAIS EM CRIANÇAS

Veridiana Lenartovicz Boeira, Paula Alice Rodolfo Ribeiro Gonçalves, Franciane Gava de Morais, Vanice Maria Schaedler

Resumo


Escolares são alvos fáceis de infecções por parasitas intestinais devido às noções de higiene precárias e ao constante contato umas com as outras, podendo ter seu desenvolvimento físico e intelectual comprometido por ações desses parasitas. Buscou-se analisar a influência da educação em saúde no ambiente escolar sobre a contaminação por parasitas intestinais em escolares do ensino fundamental na Escola Municipal Ana Neri, em Cascavel, Paraná. Foram examinadas amostras fecais de crianças das séries iniciais do ensino fundamental, encontrando-se positividade de 36,8% para parasitas intestinais. Os resultados foram interpretados e foi realizado um estudo para identificação dos medicamentos utilizados para o tratamento de cada parasita além de elaboração de atividades de educação em saúde. Além do tratamento, atividades lúdicas desenvolvidas com as crianças visando prevenção de reinfecções. Após as ações, novas coletas de material fecal foram realizadas com as crianças parasitadas, observando-se redução do índice de parasitoses para 13,04%, o que mostra a efetividade de ações diretas sobre as crianças como controle dessas doenças, melhorando as condições de higiene e aumentando a qualidade de vida dessa população.

Palavras-chave


escolares, parasitas intestinais, educação em saúde.

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ISSN 1981-481X (versão eletrônica) – ISSN 1519-9686 (versão impressa)

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