A ERODIBILIDADE DO SOLO NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PINTO, SÃO MIGUEL DO IGUAÇU/PR

Autores

  • Danieli Cristina Cassuli
  • Vanda Moreira Martins UNIOESTE/MCR
  • Bruno Aparecido da Silva

DOI:

https://doi.org/10.48075/geoq.v12i2.21765

Palavras-chave:

erodibilidade do solo, bacia hidrográfica, relevo.

Resumo


A erodibilidade do solo é um dos fatores que contribuem para os processos que regulam a infiltração de água, a resistência do solo à desagregação e o transporte de partículas do solo. O presente trabalho tem por objetivo estimar a erodibilidade dos solos e características de relevo na bacia do rio Pinto, localizada no município de São Miguel do Iguaçu/PR, para posterior utilização dentro da Equação Universal de Perda de solos. Com estas informações será possível nortear produtores rurais na tomada de decisão para a aplicação de técnicas de conservação do solo. Os valores de K atribuídos aos solos neste estudo, foram os propostos por Tomazoni (2003) e Caviglione et. al (2010). A área de estudo pode ser dividida em dois compartimentos com características distintas. No primeiro predominam vertentes longas, com seguimentos retilíneos a ligeiramente convexos, com relevo plano a suave ondulado e declividades entre 0 e 8%. Nessas condições desenvolvem-se predominantemente Latossolos Vermelhos eutroférricos (20,56%) e Nitossolos Vermelhos eutroférricos (56,30%), nestas áreas a errodibilidade é classificada como média. Já no segundo compartimento ocorrem rampas curtas e topos estreitos, convexos, com relevo ondulado a fortemente ondulado e declividade entre 12 e 30%. Nessas condições se desenvolvem predominantemente Cambissolos Háplicos (13,18%), e associação de Neossolos Litólicos eutófico e Neossolos Regolíticos (10,03%), onde a erodibilidade do solo é classificada como muito alta e extremamente alta respectivamente.

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Publicado

03-10-2019

Como Citar

CASSULI, D. C.; MARTINS, V. M.; DA SILVA, B. A. A ERODIBILIDADE DO SOLO NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PINTO, SÃO MIGUEL DO IGUAÇU/PR. Geografia em Questão, [S. l.], v. 12, n. 2, 2019. DOI: 10.48075/geoq.v12i2.21765. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/geoemquestao/article/view/21765. Acesso em: 17 out. 2021.

Edição

Seção

Artigos