AGROPECUÁRIA E DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA LEGAL BRASILEIRA: uma análise espacial entre 2007 e 2017

Autores

  • Roger Alexandre Rossoni Universidade Federal do Oeste do Paranpa
  • Marcelo Lopes de Moraes Universidade Estadual do Oeste do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.48075/geoq.v13i3.23536

Palavras-chave:

Floresta, Moran, Brasil, Agricultura, Pecuária.

Resumo


O artigo tem como objetivo analisar a distribuição e a concentração espacial do desmatamento e das atividades agropecuárias, representadas pela área de lavoura e o efetivo de pecuária, nos municípios da Amazônia legal, entre 2007 e 2017. Com base nos dados de desmatamento do INPE, foram calculados os indicadores de I de Moran, com o intuito de verificar a existência de efeitos espaciais no avanço do desmatamento, bem como sua relação com a agropecuária. Os resultados indicam que o avanço do desmatamento ocorreu de forma mais intensa em uma faixa de área que abrange o Acre, Sul do Amazonas, Pará e Amapá, e em Roraima. Por meio da análise do I de Moran global, constatou-se a existência de concentração espacial do desmatamento. Apesar de não identificar efeitos espaciais globais significativos entre desmatamento e pecuária, ao analisar de forma local, foram identificadas áreas com presença de correlação estatisticamente significante.

Biografia do Autor

Roger Alexandre Rossoni, Universidade Federal do Oeste do Paranpa

Mestre em Gestão e Desenvolvimento Regional e professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)

Marcelo Lopes de Moraes, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Doutor em Economia Aplicada e professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)Doutor em Economia Aplicada e professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)

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Publicado

30-09-2020

Como Citar

ROSSONI, R. A.; LOPES DE MORAES, M. AGROPECUÁRIA E DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA LEGAL BRASILEIRA: uma análise espacial entre 2007 e 2017. Geografia em Questão, [S. l.], v. 13, n. 3, 2020. DOI: 10.48075/geoq.v13i3.23536. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/geoemquestao/article/view/23536. Acesso em: 3 dez. 2021.

Edição

Seção

Artigos