EVALUACIÓN DE LA ESTRUCTURA DE CAPITAL DE LAS COOPERATIVAS AGRÍCOLAS BRASILEÑAS
DOI:
https://doi.org/10.48075/igepec.v29i2.34243Palabras clave:
Cooperativas Agrícolas, Métricas de Rendimiento, Valoración, Análisis minWACCResumen
La eficiencia económica de las cooperativas se enfrenta a varios retos, entre ellos la integración del capital en su volumen de negocios operativo. Para operar eficientemente y protegerse de eventos inciertos, las cooperativas necesitan establecer un nivel adecuado de endeudamiento y recursos propios. Este estudio tuvo como objetivo analizar la evolución de la estructura de capital de 27 cooperativas agrícolas brasileñas entre 2018 y 2022, con base en informes económicos y financieros y el método de comparación estática, incluyendo 27 métricas de desempeño entre tres grupos subdivididos por tamaño de patrimonio neto (NE). La metodología utilizó ANOVA y regresión múltiple para analizar la relación entre la estructura de capital y las métricas de deuda. Se partió del supuesto de que la deuda se comporta de forma diferente según el tamaño de las cooperativas. El ANOVA identificó discrepancias significativas en las métricas financieras entre cooperativas de diferentes tamaños. Los resultados de la regresión mostraron que las cooperativas con menor patrimonio neto dependen más de los fondos propios para financiar sus operaciones e inversiones. En comparación, las que tienen un patrimonio neto más elevado recurren sobre todo a un mayor apalancamiento, lo que indica que sigue predominando la dependencia del capital ajeno. El análisis del minWACC mostró que una estructura de capital equilibrada puede optimizar el coste del capital y maximizar los beneficios netos, beneficiando a los cooperativistas a largo plazo y dando lugar a una valoración más ajustada de las cooperativas. Se recomiendan futuras investigaciones sobre la maximización del valor actual y la minimización del coste de capital para complementar la comprensión de la estructura de capital de las cooperativas agrarias, permitiendo inferir si la minimización incurre en el enfoque de maximización, de modo que la combinación deseada de deuda y capital propio minimice el coste de capital.
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