El Círculo Vicioso del Subdesarrollo de los Municipios de la Región Fronteriza Sur de Mato Grosso do Sul-Brasil
DOI:
https://doi.org/10.48075/igepec.v29i2.34529Palabras clave:
Subdesarrollo, Región Fronteriza, Municipios, Mato Grosso do SulResumen
Este artículo analiza las condiciones de desarrollo de los municipios de la región Sur-frontera del estado de Mato Grosso do Sul, entre 2005 y 2016. Con este fin, se adoptó el Índice Firjan de Desarrollo Municipal (IFDM) y, como parámetro metodológico, el “Informe sobre Desarrollo Humano” publicado en México, en 2002, el cual clasifica a los municipios de la siguiente manera: a) en tendencia hacia el crecimiento; b) en tendencia hacia el desarrollo; c) círculo vicioso; y d) círculo virtuoso. El análisis se realizó en dos etapas. Primero, se analizó la dinámica de la población, del empleo formal y del IFDM general de los municipios estudiados. A continuación, el análisis se llevó a cabo mediante dos enfoques: el intrarregional, que compara el IFDM de cada municipio con la media del IFDM de la propia región; y el interregional, que compara el IFDM de cada municipio con la media del IFDM estatal. Los resultados muestran que la población está concentrada espacialmente en la región, principalmente en los municipios de Ponta Porã y Amambai. También revelan que el empleo formal en la región creció alrededor de un 60% en el período, con una leve mejora en el IFDM general en Ponta Porã, Aral Moreira y Amambai. El análisis desde la perspectiva del enfoque intrarregional muestra cierta equiparación del desarrollo en la región, con solo Tacuru y Sete Quedas permaneciendo en la condición de círculo vicioso. Sin embargo, en el análisis desde la perspectiva del enfoque interregional, se evidencia la existencia de condiciones precarias de desarrollo en la región, donde un círculo vicioso de subdesarrollo se manifiesta en ocho de los nueve municipios estudiados.
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