A PERFOMANCE DE MORTE E VIDA SEVERINA UMA USINA DE ENERGIA POÉTICA EM PRODUÇÃO

Maria de Fátima Gonçalves Lima

Resumo

À semelhança do mar, o texto  teatral/poético de João Cabral  recebe as palavras/ pedras e outras impurezas de rios poluídos de uma possível realidade Severina e vidas marcadas pela morte e  transfigura a dura realidade  em  literatura com sua  entranha e estranhamento próprios do artístico. As palavras/ pedras/realidade/ vida e arte são purificadas e   pluralizadas e se transformam  em uma usina de um verbo poético,  polissêmico,   uma usina de energia  em produção de vida  e arte,  faz pasmar o momento e a sociedade pensar sobre a própria existência.

Palavras-chave

vida, morte, auto, poesia, mar, polissemia

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