BRASIL: MAIS REPRESENTAÇÃO DO QUE PARTICIPAÇÃO

Autores

  • Liliane Marquardt Sales

DOI:

https://doi.org/10.48075/ra.v2i1.10135

Palavras-chave:

Democracia, Política, Eleições, Participação, Representação.

Resumo


A questão da participação da sociedade civil no âmbito da política brasileira tem provocado inúmeras inquietações. Neste contexto, este ensaio tem por objetivo discutir os paradigmas defendidos por Schumpeter, Dahl e Pateman sobre a participação de uma sociedade nas questões política, incluindo ainda as reflexões de Dewey. A complementar, analisa-se o contexto histórico de participação da população brasileira na atividade política. Portanto, reflete-se sobre o conceito de democracia apenas como ato de eleger um candidato por meio do voto direto, e/ou como uma formação de valores individuais e sociais que regulam a vida comum. O sistema democrático brasileiro atual revela a influência dos paradigmas proposto por Schumpeter (1984) e Dahl (1997), sobre os quais compreende-se que um governo para ser democrático deve nascer de eleições periódicas e competitivas, caracterizando um método de alternância das elites no poder. Sob a visão de Pateman (1992), a participação mais ampla na esfera política começa necessariamente com a participação em microesferas da vida social. Não obstante, a historiografia da política brasileira revela um árduo caminho para efetivar a democracia e cidadania participativa. 

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Publicado

03-02-2015

Como Citar

SALES, L. M. BRASIL: MAIS REPRESENTAÇÃO DO QUE PARTICIPAÇÃO. Alamedas, [S. l.], v. 2, n. 1, 2015. DOI: 10.48075/ra.v2i1.10135. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/alamedas/article/view/10135. Acesso em: 2 dez. 2021.

Edição

Seção

Artigos e Ensaios