La ambientalización discursiva del agronegocio brasileño y la construcción de un “poder agroambiental”
DOI:
https://doi.org/10.48075/amb.v7i2.34557Resumen
El objetivo de este artículo es hacer un repaso histórico y político del proceso de ambientalización del sector agroindustrial brasileño. Desde la década de 1970, se ha producido un proceso de ambientalización mundial y nacional, que ha dado lugar a la creación de diversos organismos, leyes, acuerdos, tratados y protocolos ambientales, y ha establecido una forma de gobernanza ambiental. Este proceso, y en particular el creciente reconocimiento del cambio climático como un problema público global y una emergencia colectiva, ha influido en las acciones de los actores del sistema internacional y de los gobiernos nacionales, generando presión sobre las prácticas que causan degradación ambiental, sobreexplotación de los recursos naturales y emisiones de gases de efecto invernadero (GEI). Uno de los sectores en el centro de este debate, debido a sus actividades internacionales y nacionales y a las implicaciones para las políticas climáticas, es la agroindustria. En este contexto, esta investigación pretende analizar críticamente el proceso de ambientalización del agronegocio brasileño, centrándose en la agenda climática.
Palabras clave: Agronegocio; Ambientalización; Cambios Climáticos; Instituto Pensar Agro; Sostenibilidad.
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