A centralidade dos fundamentos estéticos nas metodologias ativas de ensino-aprendizagem
DOI:
https://doi.org/10.48075/p8beqg36Palabras clave:
Epistemología del aprendizaje, Fundamentos de la enseñanza, Metodologías activasResumen
Este artículo, en forma de ensayo, reflexiona sobre la forma en que se abordan en la literatura las metodologías activas de enseñanza-aprendizaje. El objetivo principal es proponer que, al abordar las metodologías activas, se haga mayor hincapié en los fundamentos estéticos de la educación. Para fundamentar teóricamente los argumentos, se parte de diferentes autores y sus justificaciones a favor de la adopción de estas metodologías. Merleau-Ponty y Maffesoli abogan por valorar la dimensión estética y las experiencias sensoriales, evitando visiones estereotipadas que refuerzan una concepción fragmentada del ser humano y de la educación. El movimiento Maker, con la robótica educativa, y el enfoque STEAM forman parte de los argumentos en defensa de la tesis. La conclusión es que, bajo el racionalismo de la modernidad, las metodologías tradicionales de enseñanza han dejado en un segundo plano la dimensión estética. Sin embargo, la percepción sensorial de los fenómenos que experimentan los alumnos tiene una importancia fundamental para el aprendizaje y esto es central en las metodologías activas. Esto justifica la necesidad de ampliar y reforzar la comprensión y el debate sobre la centralidad de los fundamentos estéticos en las metodologías activas de enseñanza-aprendizaje.
Referencias
BACICH, L. Por que metodologias ativas na educação? Inovação na educação, 6 dez. 2018. Disponível em: https://lilianbacich.com/2018/12/06/por-que-metodologias-ativas-na-educacao/. Acesso em: 10 set. 2023.
BACICH, L. Formação continuada de professores para o uso de metodologias ativas. In: BACICH, L.; MORAN, J. (org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018. p. 129-152.
BERBEL, N. A. N. As metodologias ativas e a promoção da autonomia de estudantes. Semina: Ciências Sociais e Humanas, Londrina, v. 32, n. 1, p. 25-40, 2011. DOI: 10.5433/1679-0383.2011v32n1p25. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/seminasoc/article/view/10326. Acesso em: 20 nov. 2023.
BLIKSTEIN, P. Maker movement in education: history and prospects. In: DE VRIES, M. (ed.). Handbook of technology education. Cham: Springer, 2018. p. 419-437. DOI: 10.1007/978-3-319-44687-5_33. Disponível em: https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-319-44687-5_33. Acesso em: 12 out. 2023.
CAMARGO, F.; DAROS, T. A sala de aula inovadora: estratégias pedagógicas para fomentar o aprendizado ativo. Porto Alegre: Penso, 2018.
DUARTE JÚNIOR, J. F. Fundamentos estéticos da educação. 4. ed. Campinas, SP: Papirus, 1995.
FLORES, C. R. Cultura visual, visualidade, visualização matemática: balanço provisório, propostas cautelares. Zetetiké, Campinas, SP, v. 18, p. 271-294, 2010. DOI: 10.20396/zet.v18i0.8646665. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/zetetike/article/view/8646665. Acesso em: 4 dez. 2023.
FRIGGO E BARROS, C.; SILVA, G. V.; BARROS, S. R. da S. Educação integrada STEAM: a subjetividade das artes como aliada nos processos de inovação do século XXI. Humanidades & Inovação, v. 8, n. 50, p. 85-100, 2021. Disponível em: https://revista.unitins.br/index.php/humanidadeseinovacao/article/view/3631. Acesso em: 3 out. 2023.
GOMES, E. B.; RAABE, A. L. A.; SANTANA, A. L. M.; SILVA, R. da; METZGER, J. P.; VIEIRA, M. F. V. A experiência de implantação de uma disciplina maker em uma escola de educação básica. In: WORKSHOP DE INFORMÁTICA NA ESCOLA (WIE), 23., 2017, Recife. Anais [...]. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Computação, 2017. p. 303-312. DOI: 10.5753/cbie.wie.2017.303. Disponível em: https://sol.sbc.org.br/index.php/wie/article/download/16265/16106/. Acesso em: 12 out. 2023.
PRADA NÚÑEZ, R.; HERNÁNDEZ SUÁREZ, C. A.; HERNÁNDEZ ALBARRACÍN, J. D. (eds.). Educar en el siglo XXI: reflexiones y percepciones desde la digitalización hasta la inclusión. Villa del Rosario: Editorial Cielo, 2023. E-book. Disponível em: https://editorialcielo.com.co/wp-content/uploads/2023/11/Electronico.pdf. Acesso em: 3 out. 2023.
LIMA, A. B. M. A relação sujeito e mundo na fenomenologia de Merleau-Ponty. In: LIMA, A. B. M. (org.). Ensaios sobre fenomenologia: Husserl, Heidegger e Merleau-Ponty. Ilhéus, BA: Editus, 2014. p. 103-118. DOI: 10.7476/9788574554440. Disponível em: https://books.scielo.org/id/pcd44/05. Acesso em: 4 dez. 2023.
MAFFESOLI, M. No fundo das aparências. Tradução de Bertha Halpern Gurovitz. Petrópolis, RJ: Vozes, 1996.
MAFFESOLI, M. Saturação. Tradução de Ana Goldberger. São Paulo: Iluminuras: Itaú Cultural, 2010.
MARIN, A. A. A educação ambiental nos caminhos da sensibilidade estética. Revista Inter-Ação, Goiânia, v. 31, n. 2, p. 277-290, 2007. DOI: 10.5216/ia.v31i2.1260. Disponível em: https://revistas.ufg.br/interacao/article/view/1260. Acesso em: 21 out. 2023.
MERLEAU-PONTY, M. Conversas - 1948. Tradução de Fábio Landa; Eva Landa. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. Tradução de Carlos Alberto Ribeiro de Moura. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
MORAN, J. Metodologias ativas para uma aprendizagem mais profunda. In: BACICH, L.; MORAN, J. (org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018. p. 1-25.
RAABE, A. L. A.; METZGER, J. P.; JESUS, E. A. de; JESUS FILHO, I. D. de; CUCCO, L. Movimento maker e construcionismo na educação básica: fomentando o exercício responsável da liberdade. In: WORKSHOP DE INFORMÁTICA NA ESCOLA (WIE), 24., 2018, Fortaleza, CE. Anais [...]. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Computação, 2018. p. 137-146. DOI: 10.5753/cbie.wie.2018.137. Disponível em: https://sol.sbc.org.br/index.php/wie/article/download/14325/14170/. Acesso em: 12 out. 2023.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 24. ed. São Paulo: Cortez, 2017.
SOUZA, V. F. de. Movimento maker com robótica de baixo custo: um estudo sobre o ensino de Ciências no IFRS. In: ENCONTRO NACIONAL DE COMPUTAÇÃO DOS INSTITUTOS FEDERAIS (ENCOMPIF), 8., 2021, Evento on-line. Anais [...]. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Computação, 2021. p. 104-111. ISSN 2763-8766. DOI: 10.5753/encompif.2021.15957. Disponível em: https://sol.sbc.org.br/index.php/encompif/article/download/15957/15798/. Acesso em: 20 out. 2023.
VALENTE, J. A. A sala de aula invertida e a possibilidade do ensino personalizado: uma experiência com a graduação em midialogia. In: BACICH, L.; MORAN, J. (org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018. p. 26-44.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Jaqueline Ferreira Freitas Cortes de Oliveira, Alexandre Guilherme Motta Sarmento

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Aviso de Direito Autoral Creative Commons
Política para Periódicos de Acesso Livre
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
1. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.2. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
3. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional, o que permite compartilhar, copiar, distribuir, exibir, reproduzir, a totalidade ou partes desde que não tenha objetivo comercial e sejam citados os autores e a fonte.