POR UMA “HISTORIOGRAFIA MENOR”

VOZES DA INFÂNCIA SILENCIADAS NOS AUTOS JUDICIAIS DA COMARCA DE IRATI DA DÉCADA DE 1920

Autores

DOI:

https://doi.org/10.48075/zszgd190

Palavras-chave:

Historiografia, fontes, silenciamentos, conceito

Resumo

Este texto integra um esforço analítico voltado à reflexão crítica sobre as fontes mobilizadas em minha pesquisa de doutoramento, cujo eixo temático é a infância e a família na primeira metade do século XX. Por meio da apropriação conceitual da noção de “literatura menor”, formulada pelos filósofos Gilles Deleuze e Félix Guattari, buscamos problematizar uma forma de historiografia que amplie a análise das fontes a partir de seus indícios mais opacos, considerando-os como manifestações de sujeitos historicamente silenciados em sua condição de confronto com os dispositivos de poder. Propomos, assim, uma “historiografia menor” que possibilite compreender como esses sujeitos – mesmo destituídos da palavra direta – revelam modos de existência atravessados por políticas diversas, das quais ora participam, ora resistem e se desvinculam.

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Fontes:

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Publicado

14-09-2026

Como Citar

FRANCO, Júlio César. POR UMA “HISTORIOGRAFIA MENOR”: VOZES DA INFÂNCIA SILENCIADAS NOS AUTOS JUDICIAIS DA COMARCA DE IRATI DA DÉCADA DE 1920. Espaço Plural, [S. l.], v. 22, n. 44, 2026. DOI: 10.48075/zszgd190. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/espacoplural/article/view/36220. Acesso em: 18 set. 2026.