Abelhas nativas como eixo formativo para a educação Climática: experiências de um Clube de Ciências na escola pública

Autores

DOI:

https://doi.org/10.48075/ijerrs.v8i1.36813

Resumo

O presente artigo consiste em um relato de experiência, no contexto da Educação Básica, envolvendo estudantes de um colégio público do estado do Paraná, integrantes do Programa Pacto Global dos Jovens pelo Clima (GYCP) e de um Clube de Ciências vinculado aos NAPIs Paraná Faz Ciência e Emergência Climática. Fundamentado nos princípios da Educação Ambiental, o estudo tem como objetivo relatar as ações pedagógicas realizadas a partir do trabalho com abelhas nativas brasileiras e refletir sobre seus limites e potencialidades na articulação com a problemática da emergência climática. A pesquisa apresenta abordagem qualitativa, caracterizando-se como pesquisa participante. A coleta de dados ocorreu por meio de observação participante, registrada em diário de bordo. Participaram das atividades 20 estudantes, com faixa etária entre 11 e 14 anos. Os resultados indicam que essas práticas favoreceram o protagonismo juvenil, a compreensão sobre as redes de interações ecológicas e a sensibilização dos estudantes para os impactos da mudança climática sobre a biodiversidade. Conclui-se que o trabalho com abelhas nativas configura-se como uma estratégia pedagógica relevante para a abordagem da emergência climática no contexto escolar.

Downloads

Publicado

08-04-2026

Como Citar

LUIZ, C. L.; KATAOKA, A. M.; BUSCHINI, M. L. T. Abelhas nativas como eixo formativo para a educação Climática: experiências de um Clube de Ciências na escola pública. International Journal of Environmental Resilience Research and Science, [S. l.], v. 8, n. 1, 2026. DOI: 10.48075/ijerrs.v8i1.36813. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/ijerrs/article/view/36813. Acesso em: 14 maio. 2026.