SAMUEL BECKETT E O IRRACIONALISMO COMO EXPRESSÃO IDEOLOGICA DA BURGUESIA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.48075/rlhm.v17i29.25993

Palavras-chave:

Beckett, Decadência, Irracionalismo, Realismo.

Resumo


A partir de uma realidade devastada pelos extremos do pensamento reacionário da primeira metade do século XX, Samuel Beckett (1906-1983) propõe uma ruptura com o realismo moderno, de modo a evidenciar o avançado estágio de decadência do modelo ideológico burguês. No presente artigo, discutimos justamente a influência desse contexto histórico-social no processo de composição da literatura beckettiana entre os anos de 1932 e 1953, sendo Dream of fair to middling women (1932), Murphy (1939), Molloy (1951), Malone morre (1951) e O inominável (1953) os romances que orientaram esse estudo em diálogo com a filosofia de Georg Lukàcs (1885-1971), dando ênfase às obras Marxismo e a teoria da literatura (1968) e The meaning of contemporary Realism (1969).

Biografia do Autor

Ulisses Augusto Guimarães Maciel, Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)

Doutorando no programa de Pós-Graduação em Letras: linguagens e representações da UESC, Mestre (2016) pelo de Programa de Pós-Graduação em Letras da UFES. Graduado em Letras-Inglês (UFES, 2012), Professor de língua inglesa da rede municipal de ensino de Serra. Suas pesquisas são dedicadas aos temas: Filosofia e literatura moderna; narrativas do pós-guerra e tradução.

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Publicado

02-07-2021

Como Citar

MACIEL, U. A. G. SAMUEL BECKETT E O IRRACIONALISMO COMO EXPRESSÃO IDEOLOGICA DA BURGUESIA. Revista de Literatura, História e Memória, [S. l.], v. 17, n. 29, p. 232–244, 2021. DOI: 10.48075/rlhm.v17i29.25993. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/rlhm/article/view/25993. Acesso em: 28 nov. 2021.

Edição

Seção

PESQUISA EM LETRAS NO CONTEXTO LATINO-AMERICANO E LITERATURA, ENSINO E CULTURA