Perspectiva histórica e decolonização da memória na obra Torto Arado

Autores

  • Karla Karoline Marciano Crispim Oliveira Universidade Federal de Lavras image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.48075/rlhm.v21i38.35079

Resumo

Nossa discussão busca compreender a materialidade presente na obra ficcional Torto Arado (2018) de Itamar Vieira Junior. Para isso, utilizaremos conceitos como decolonialidade, memória coletiva e historicidade, a fim de analisar a construção da narrativa e entender como ela se confronta e, ao mesmo tempo, que se desvia da história "oficial" (aquela eurocêntrica), especialmente no que diz respeito à diáspora negra, à construção de quilombos e ao trabalho escravo. A partir das epistemologias não eurocêntricas e das narrativas das personagens marginalizadas (negros, quilombolas, mulheres), podemos afirmar outros modos de conhecer e existir no mundo sedimentando o conceito de identidade e propor novas formas de olhar e interpretar a história tomando como base  histórias, vivências, narrativas e memórias das irmãs Bibiana e Belonísia e toda comunidade Fazenda Água Negra.

Biografia do Autor

  • Karla Karoline Marciano Crispim Oliveira, Universidade Federal de Lavras

    Mestra em Letras pela Universidade Federal de Lavras (UFLA). Lattes: http://lattes.cnpq.br/4009358471150410. Orcid: https://orcid.org/0009-0002-9866-4042. 

Downloads

Publicado

01-07-2026

Edição

Seção

PESQUISA EM LETRAS NO CONTEXTO LATINO-AMERICANO E LITERATURA, ENSINO E CULTURA

Como Citar

MARCIANO CRISPIM OLIVEIRA, Karla Karoline. Perspectiva histórica e decolonização da memória na obra Torto Arado. Revista de Literatura, História e Memória, [S. l.], v. 22, n. 39, 2026. DOI: 10.48075/rlhm.v21i38.35079. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/rlhm/article/view/35079. Acesso em: 10 jul. 2026.