A HERANÇA DA CRISE DE VERSO NA POESIA DE MANOEL DE BARROS

Autores

  • Antônio Lopes Filho

DOI:

https://doi.org/10.48075/rt.v12i27.14469

Palavras-chave:

Poesia Contemporânea, Crise, Manoel de Barros.

Resumo


Este trabalho tem por objetivo apresentar um estudo a respeito da herança da crise de verso dentro da poesia de Manoel de Barros. Assim, reconhecendo-a como natureza do próprio fazer poético. A particularidade dessa poética baseia-se na utilização do des como construção autônoma das palavras; e a mudança de foco para as coisas inúteis alcançada pela fragmentação da linguagem a partir de Mallarmé. O estudo é fundamentado no apoio teórico de Marcos Siscar acerca da crise de verso ao questionar o estado da poesia brasileira contemporânea; e de Maurice Blanchot quanto à morte da nomeação na Literatura. Esta fundamentação teórica tornou mais produtiva a leitura das obras: Matéria de Poesia (1970), O Livro das Ignorãças (1993), Livro Sobre Nada (1996) e Retrato do Artista quando Coisa (1998).

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Publicado

11-10-2016

Como Citar

FILHO, A. L. A HERANÇA DA CRISE DE VERSO NA POESIA DE MANOEL DE BARROS. Trama, [S. l.], v. 12, n. 27, p. 291–312, 2016. DOI: 10.48075/rt.v12i27.14469. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/trama/article/view/14469. Acesso em: 28 out. 2021.

Edição

Seção

Temas Livre