ACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOS NOTIFICADOS EM UM HOSPITAL ESCOLA

Autores

  • Heverton Souza Beraldo Universidade Estadual do Oeste do Paraná image/svg+xml
  • Drieli Wawzeniak de Anchieta Universidade Estadual do Oeste do Paraná image/svg+xml
  • Fabiana Severino Kupka Hospital Universitário do Oeste do Paraná
  • Maristela Salete Maraschin Universidade Estadual do Oeste do Paraná image/svg+xml
  • Débora Cristina Ignácio Alves Universidade Estadual do Oeste do Paraná image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.48075/vscs.v3i2.17691

Palavras-chave:

Animais Peçonhentos, Vigilância Epidemiológica, Sistema de Informação de Agravos de Notificação

Resumo

 

Objetivo: Conhecer os aspectos epidemiológicos relacionados aos acidentes com animais peçonhentos, notificados junto ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) pelo Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (NVEH) de um hospital escola localizado na região oeste do Paraná. Métodos: Estudo retrospectivo, descritivo com análise quantitativa. A coleta de dadosfoi realizada a partir do SINAN de todos os casos notificados no período de janeiro a dezembro de 2016, em um Hospital escola localizado na região oeste do Paraná. Resultados: No período pesquisado foram notificados 69 acidentes, destes 37 (53,6%) causados por serpentes, 25 (36,2%) por aranhas, quatro (5,7%) por lagartas, um (1,4%) por abelhas e dois (2,8s%) por outros animais. Quanto as vítimas, prevaleceram indivíduos do sexo masculino, 45(65%), na faixa etária de 21 a 40 anos (33%), sendo que 20(29%) exerciam atividades relacionadas a agricultura. Em 30 (43,4%) ocorrências, o início do tratamento ocorreu em até uma hora após a ocorrência do acidente, sendo que em 37 (53,6%) casos houve a necessidade de soro especifico. As regiões do corpo mais atingidas foram pé 25 (36,2%), perna 12 (17,3%) e 12(17,3%) casos na mão, tendo como manifestações predominantes dor e edema. Quanto a gravidade 46 (66,6%) dos casos foram considerados leves, 16 (23,1%) moderados e sete (10,1%) graves. Conclusão: É de grande importância a realização das notificações junto ao SINAN, assim como o preenchimento completo da ficha de notificação, objetivando o planejamento de ações preventivas, educativas e intervenções pertinentes.

 

Biografia do Autor

  • Heverton Souza Beraldo, Universidade Estadual do Oeste do Paraná
    Enfermeiro, Residente de Enfermagem em Vigilância em Saúde e Controle de Infecções, Unioeste, Cascavel, Paraná
  • Drieli Wawzeniak de Anchieta, Universidade Estadual do Oeste do Paraná
    Enfermeira, Residente de Enfermagem em Vigilância em Saúde e Controle de Infecções, Unioeste, Cascavel, Paraná
  • Fabiana Severino Kupka, Hospital Universitário do Oeste do Paraná
    Enfermeira, Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar, Hospital Universitário do Oeste do Paraná
  • Maristela Salete Maraschin, Universidade Estadual do Oeste do Paraná
    Enfermeira, Mestre, Docente de Enfermagem, Unioeste, Cascavel, Paraná
  • Débora Cristina Ignácio Alves, Universidade Estadual do Oeste do Paraná
    Enfermeira, Doutora, Docente de Enfermagem, Unioeste, Cascavel, Paraná

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Publicado

29/12/2017

Edição

Seção

II SIMPÓSIO DA QUALIDADE EM SAÚDE E VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

Como Citar

BERALDO, Heverton Souza; DE ANCHIETA, Drieli Wawzeniak; KUPKA, Fabiana Severino; MARASCHIN, Maristela Salete; ALVES, Débora Cristina Ignácio. ACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOS NOTIFICADOS EM UM HOSPITAL ESCOLA. Varia Scientia - Ciências da Saúde, [S. l.], v. 3, n. 2, p. 194–200, 2017. DOI: 10.48075/vscs.v3i2.17691. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/variasaude/article/view/17691. Acesso em: 29 ago. 2026.