DIAGNÓSTICO DE SÍNDROME DE SMITH-MAGENIS NA PRIMEIRA INFÂNCIA: RELATO DE CASO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.48075/vscs.v11i1.36383

Resumo

Objetivo: Reportar o caso de uma criança com síndrome de Smith-Magenis, enriquecendo a literatura médica e destacando a importância do diagnóstico precoce na evolução do paciente. Materiais e métodos: Trata-se de um estudo de caso descritivo, baseado na avaliação clínica de um paciente de um centro de referência em anomalias craniofaciais da região do oeste do Paraná. Resultados: Paciente do sexo feminino, iniciou tratamento no centro com 1 ano e 6 meses, apresentando hipotonia leve, atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, alterações craniofaciais e comportamento autolesivo, com exames laboratoriais de sangue e audiometria normais. Retornou ao centro com 2 anos e 2 meses, quando recebeu o diagnóstico de Síndrome de Smith-Magenis a partir do resultado de um cariótipo banda G anteriormente solicitado. Na devolutiva, a família foi confortada quanto ao comportamento “birrento” da criança e iniciou, a partir daí, acompanhamento com a equipe multiprofissional do centro, até a idade de 3 anos e 4 meses, quando foi encaminhada para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) do seu município. Com tratamento adequado multiprofissional, melhorou a fala, deglutição e comportamento. Também foi medicada para agressividade. Conclusão: O conhecimento das características clínicas da síndrome é essencial para confirmação diagnóstica precoce e, consequentemente, para conduta terapêutica adequada dos pacientes mediante o acompanhamento multiprofissional.

DESCRITORES: Anormalidades Múltiplas; Anormalidades Congênitas; Transtornos Cromossômicos; Doenças Genéticas Inatas; Transtornos Cronobiológicos.

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Publicado

17-01-2026

Como Citar

SOUZA, A. L. M.; LOURENÇO, A. L. D.; FRANZOI, H. K.; GNOATTO, N. C. do V.; GRÉGIO D’ARCE, L. P. DIAGNÓSTICO DE SÍNDROME DE SMITH-MAGENIS NA PRIMEIRA INFÂNCIA: RELATO DE CASO. Varia Scientia - Ciências da Saúde, [S. l.], v. 11, n. 1, p. e36383, 2026. DOI: 10.48075/vscs.v11i1.36383. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/variasaude/article/view/36383. Acesso em: 29 jan. 2026.