REFORMAS EDUCACIONAIS NO ESTADO NOVO E NA DITADURA MILITAR DE 64: DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA OU CONFORMAÇÃO DO CAPITALISMO?

Armando Daros Junior

Resumo


A partir do pressuposto de que as reformas educacionais não  atenderam às carências mais pungentes da escola pública, mas ao interesse de acumulação capitalista e manutenção da hegemonia das elite locais, este artigo busca analisar as transformações ocorridas na educação brasileira, especificamente no Estado Novo e no Regime  Militar de 64, por tratarem-se de períodos históricos cuja reformas, se  não trouxeram as transformações tão esperadas ao menos  explicitaram a conversão da política educacional brasileira aos  interesses da classe dominante. Conclui-se que as reformas foram tão superficiais que a melhoria das condições da escola pública avançou muito pouco e não atenderam aos interesses da classe mais pobre da população.

Palavras-chave


reforma educacional, políticas públicas, democracia.

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