A moral dos senhores e dos escravos: um estudo antropológico segundo o pensamento de Nietzsche

Autores

  • Carlos Alberto Cáceres

DOI:

https://doi.org/10.48075/rd.v7i2.28483

Resumo


Nesse trabalho busco fazer um estudo dos valores morais segundo a interpretação do filosofo Nietzsche, onde começo a desenvolver um estudo a respeito das origens desses valores é onde entramos na antropologia para entender o quando esses valores influência um povo e a sua cultura. Partindo desse estudo irei fazer uma analise do conceito de bom do qual era utilizado pela classe aristocrática, onde esse conceito tinha como fim o valor de superioridade e bondade dos nobres, o oposto dos valores dos escravos, assim quando essa classe se estranhou e entrou em guerra, nobres lutando contra nobres, houve uma classe derrotada do qual Nietzsche denomina a classe sacerdotal, e essa classe derrotada cria os seus valores e se uni aos escravos, tornando assim a moral dos escravos, moral do qual Nietzsche fala que triunfou sobre a aristocracia, a moral dos escravos nega a realidade, o oposto dos nobres que eram a favor da realidade e da vida, os escravos estão além da vida, vivem em um ideal acético, é onde Nietzsche diz que inicia o ponto de declínio dos valores.

Biografia do Autor

Carlos Alberto Cáceres

Possui Graduação em Filosofia pela Universidade Estadual do Norte do Paraná UENP, Centro de Ciências Humanas e da Educação (CCHE/CJ) campus Jacarezinho PR. Fez parte dos programas como bolsista, Programa institucional de bolsa de iniciação à docência PIBID, Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Cientifica PICV, Programa Residência Pedagógica todos pela CAPES. Atualmente pesquisador nas áreas da Filosofia Antiga, Metafísica voltado para o estudo do Tempo e Antropologia

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Publicado

25-11-2021

Como Citar

CÁCERES, C. A. A moral dos senhores e dos escravos: um estudo antropológico segundo o pensamento de Nietzsche. Revista DIAPHONÍA, [S. l.], v. 7, n. 2, p. 91–102, 2021. DOI: 10.48075/rd.v7i2.28483. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/diaphonia/article/view/28483. Acesso em: 28 jan. 2022.

Edição

Seção

Artigos