A política nacional de avaliação da educação básica e as implicações curriculares

Autores

  • Elisângela Aguiar Oliveira Andrade Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
  • Reginaldo Santos Pereira Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
  • Fábio Santos de Andrade Universidade Federal de Rondônia

DOI:

https://doi.org/10.48075/56hxbc95

Palavras-chave:

Avaliação em Larga Escala; Currículo; Políticas Educacionais.

Resumo

Este artigo tem como objetivo apresentar o cenário no campo educacional que fomentou a criação das políticas educacionais de avaliação em larga escala no Brasil. As avaliações em larga escala passam a compor um dos eixos estruturantes das reformas da administração pública e de formas de governo reinventadas, razão pela qual a expressão “Estado-avaliador” passa a fazer parte do domínio das políticas públicas e educativas. O IDEB assumiu o papel de instrumento discursivo e de poder sobre as escolas e, consequentemente, sobre o coletivo escolar e gestores públicos. Para tanto, as “verdades” precisam ser postas em suspensão com objetivo de verificar se os discursos expressos nos currículos, nas práticas, nos exames de verificação da aprendizagem representam as diferenças culturais, históricas, sociais e econômicas dos sujeitos, ou se tais processos envolvem dimensões maiores de ordem política e mercadológica.

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Publicado

09-03-2026

Como Citar

ANDRADE, Elisângela Aguiar Oliveira; PEREIRA, Reginaldo Santos; ANDRADE, Fábio Santos de. A política nacional de avaliação da educação básica e as implicações curriculares. Educere et Educare - Revista de Educação, [S. l.], v. 21, n. 51, p. 316–336, 2026. DOI: 10.48075/56hxbc95. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/educereeteducare/article/view/31887. Acesso em: 26 ago. 2026.