La chute de la Maison Usher (1928)
equivalências adaptativas sob a ótica da opacidade moderna
DOI:
https://doi.org/10.48075/ri.v25i2.30528Palavras-chave:
A queda da casa de Usher, literatura e cinema, modernidade, adaptação, opacidadeResumo
Partindo das aproximações, pautadas sob o signo da estética moderna, entre Literatura e Cinema, o presente artigo possui como objetivo principal a análise das equivalências e da relação de adaptação entre duas obras, sendo a primeira o conto de Edgar Allan Poe “The fall of the house of Usher” (1839), e a segunda, a adaptação cinematográfica “La chute de la maison Usher” (1928), executada pelo diretor francês Jean Epstein. Para tanto, são aqui discutidos e apontados os principais conceitos sobre os estudos de adaptação, defendidos, principalmente, nas vozes de Xavier (2003), Rancière (2012), Hutcheon (2011), Barbosa (1986), dentre outros. Além disso, embasará a análise, as possibilidades de aproximação entre Literatura e Cinema, pautadas nas características de resistência à legibilidade e não destinação das imagens, próprias à estética moderna, e adquiridas pela literatura e pelo cinema, a partir da virada romântica, em que as imagens produzidas metaforicamente nos textos ou nas telas, se valem de certa opacidade significativa, preferindo o sugerir ao invés do mostrar, e abrindo margem para uma maior participação ativa do receptor. A fim de reforçar teoricamente tal discussão, serão utilizadas pesquisas assinadas por nomes como Sontag (2020), Rancière (2016), Wellbery (1998), dentre outros estudos. Assim, a análise das obras em questão, considerará as duas obras individualmente, mas também se valerá de possíveis paralelos, equivalências ou alterações entre uma obra e outra, apontando como denominador comum e ponto chave do processo de adaptação, a opacidade moderna na construção e interpretação (mais ativa e diversa) de sentidos.
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