Submissões

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Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • A contribuição é original e inédita, e não está sendo avaliada para publicação por outra revista; caso contrário, justificar em "Comentários ao Editor".
  • Os arquivos para submissão estão em formato Microsoft Word, OpenOffice ou RTF (desde que não ultrapasse os 2MB).
  • Todos os endereços de páginas na Internet (URLs), incluídas no texto (Ex.: www.unioeste.br) estão ativos e prontos para clicar.
  • O texto utiliza uma fonte de 12-pontos; com figuras e tabelas inseridas no texto, e não em seu final.
  • O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em Diretrizes para Autores, na seção Sobre a Revista.
  • A identificação de autoria deste trabalho foi removida do arquivo e da opção Propriedades no Word, garantindo desta forma o critério de sigilo da revista, caso submetido para avaliação por pares (ex.: artigos), conforme instruções disponíveis em Assegurando a Avaliação por Pares Cega.

Diretrizes para Autores

1. Os artigos ou ensaios devem ter no máximo 10.000 palavras e seguir a seguinte estrutura: Título, Resumo (máximo 15 linhas), palavras-chave (04 palavras-clave), Título traduzido para a Língua Inglesa, Abstract, Keywords (04 palavras), Corpo do Texto, Referências.

2. As resenhas, de publicações recentes (3 anos), devem ter no máximo 3.000 palavras e apresentar a seguinte estrutura: Título da Resenha, Referência bibliográfica da obra resenhada e Corpo do texto.

3. Padrões utilizados ao longo do texto:

          3.1. Páginas tamanho A4, com margem superior 2,5cm; inferior 2,5cm; direita e esquerda 2cm.

          3.2. Letra do texto: Fonte Garamond 12.

       3.2. Títulos:

2.3.1 Título do Artigo (deve ser inserido na segunda página, após a capa): com alinhamento à esquerda, em negrito e com fonte 20;

2.3.2 Título da Primeira seção: em negrito e fonte 14;

2.3.3 Título da Segunda seção: sem negrito e fonte 14.

          3.3 O texto deve ser corrido, sem a utilização de espaços entre os parágrafos, a tabulação (tecla Tab) no início dos parágrafos deve ser de 1,25 cm, o espaço entre as linhas deve ser o simples.

3.4 As citações textuais no corpo do texto devem seguir o padrão NOME, DATA, PÁGINA, ex.: De acordo com Fernandes (2005, p. 149) “........................” ou “...................”(FERNANDES, 2005, p. 149), estas citações textuais deverão obrigatoriamente vir entre aspas. Para as citações indiretas o padrão é NOME DATA, ex.: De acordo com Fernandes (2005) ou (FERNANDES, 2005).

3.5 Caso seja necessária a utilização de notas explicativas, as notas devem ser apresentadas no rodapé da mesma página. As notas devem ser digitadas com fonte 10 garamond.

As notas de referência devem conter: o SOBRENOME DO AUTOR, data da publicação e outros dados para localização da parte citada. Ex:

1 NÓBREGA, 1962, p. 365.

2 MELLO, 1982, v. 3, cap. 2, p. 117-120.

3 AMORIM; COSTA, 1999, p. 237.

4 COSTA; ALENCAR; FERREIRA, 2008, p.98.

5 FIGUEIREDO et al., 2002, p. 38, nota 2.

              6 Título original em grego.

        3.6 As citações maiores de 5 linhas devem estar separadas do corpo do texto por um espaço simples, com recuo de 3 cm e com fonte Garamond tamanho 11.

3.7 O nome dos livros, revistas, teses, dissertações citados no corpo do texto devem estar em Itálico. Já os títulos de Artigos, Ensaios e Capítulos de Livros devem estar entre aspas.

3.8 As palavras em outra língua devem estar em itálico.

3.9 Não use sublinhado.

4. Padrões utilizados para Referências ao final do texto. (Atenção: inserir nas Referências APENAS as obras citadas no corpo no texto). 

          4.1 Livros

BOURDIEU, P. Razões práticas: sobre a teoria da ação. 9. ed., Campinas: Papirus, 2007.

4.2 Capítulos de livros

MARTINEZ, H. L. Função e conteúdo na filosofia do primeiro Wittgenstein. In. PEREZ, D. O. Ensaios de filosofia moderna e contemporânea. Cascavel: Edunioeste, 1999.

4.3 Artigos de Revista

PORTELA. L. C. Y. Conhecimento e interesse. O problema da emancipação. Revista Tempo da Ciência, n.2 v.1, p. 73-83, 1994.

Demais documentos referenciados, tais como Monografias, Periódicos, Anais, Documentos Eletrônicos, Documentos Jurídicos etc. devem seguir as Normas estabelecidas pela NBR 6023/2002. 

Dossiê: A morte, os mortos e o morrer: teorias de ritual

O uso da teoria de ritual em suas mais diversas abordagens para a análise dos processos associados à morte é considerado um instrumental clássico nas ciências humanas e sociais, notadamente na antropologia. Contudo, já há alguns anos a utilização desta categoria tem sido questionada, principalmente a partir do reconhecimento das transformações nas dinâmicas contemporâneas. Nesse cenário revisionista, temáticas como as da laicização, da secularização, e do individualismo, dentre outras, foram compreendidas como obstáculos para o uso de uma categoria que anteriormente se aproximava da arena do social e do formal. De forma diferente, recentes pesquisas tem evidenciado que a existência desses mesmos elementos incentivou a criação de novas formas de observação dos rituais que colocam em voga temáticas como relacionalismo, interatividade, reflexividade, reposicionamento.

Convocamos pesquisadores das mais diferentes áreas das ciências humanas e sociais para apresentarem artigos que partam de um aprofundamento e revisão dessa arena analítica já consagrada, buscando pesquisas nas quais as mais diversas possibilidades de teorias de ritual estejam em evidência: rituais formais, informais, individuais, coletivos, em presença, à distância, públicos, privados, ritualizações. Enfim, desejamos selecionar trabalhos nos quais a vivência da morte, do enterro e/ou do luto sejam debatidas assumindo o uso da teoria de ritual como modelo para análise. Nosso objetivo é encontrar lugares de criatividade e inovação em um campo já consagrado.

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