Reflexões sobre a interpretação marxista da teoria política de Bento Espinosa feita por Ellen Meiksins Wood

Autores

  • Juliane Helanski Unioeste

DOI:

https://doi.org/10.48075/rtc.v26i52.24513

Palavras-chave:

Teoria política, Contextualismo Social, Bento Espinosa, Ellen Wood.

Resumo


Bento Espinosa (1632-1677), filósofo que viveu na Holanda do século XVII, não costuma ser estudado nos cursos de Ciências Sociais como um dos precursores da Ciência Política, embora sua teoria política tenha sido retomada por alguns especialistas – tais como Marilena Chauí e Antonio Negri – que mostram que a sua teoria da democracia pode ser profundamente emancipadora. Uma visão diferenciada dessa teoria foi apresentada por outra pesquisadora marxista – Ellen Meiksins Wood – que diverge das demais interpretações, enfatizando aspectos mais conservadores da teoria política do filósofo. Abordamos neste artigo as principais características teórico-metodológicas do contextualismo social por meio de uma reflexão analítica da interpretação marxista da teoria política de Bento Espinosa feita por Ellen Meiksins Wood. Utilizamos o material elaborado por Silva (2016) com base no artigo de Neal Wood (1978) sob a forma de sete tabelas que organizam vários conjuntos de questões, objetivando destacar o que seria relevante no contexto social do autor que está sendo estudado e cuja obra se pretende entender e explicar. Assim, acreditamos exemplificar de forma didática a aplicação do contextualismo social para uma melhor compreensão e explicação do pensamento político de Bento Espinosa. 

Biografia do Autor

Juliane Helanski, Unioeste

Mestra em Ciências Sociais pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste – Toledo) e professora colaboradora de Ciências Sociais na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste – Foz do Iguaçu). julianhelanski@gmail.com

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Publicado

10-04-2020

Como Citar

HELANSKI, J. Reflexões sobre a interpretação marxista da teoria política de Bento Espinosa feita por Ellen Meiksins Wood. Tempo da Ciência, [S. l.], v. 26, n. 52, p. 82–95, 2020. DOI: 10.48075/rtc.v26i52.24513. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/tempodaciencia/article/view/24513. Acesso em: 3 dez. 2021.