O CONCEITO DE MÍMESIS SEGUNDO PLATÃO E ARISTÓTELES: BREVE CONSIDERAÇÕES

Autores

  • Andressa Cristina Voigt
  • Cinthia Elizabet Otto Rolla
  • Claudiana Soerensen

Palavras-chave:

Platão, Aristóteles, Poesia épica, Mímesis

Resumo


Partindo das análises do livro X da obra A República, de Platão, e da Poética, de Aristóteles, investigaremos a concepção de ambos os filósofos sobre a poesia épica, com o intuito de demarcar um ponto capital que separa as duas perspectivas: o conceito de mímesis. Para Platão, a poesia épica é vista negativamente por se encontrar a três graus de distância do verdadeiro, se caracterizando enquanto mímesis dos fenômenos sensíveis, ao passo que os fenômenos já são considerados mímesis das ideias eternas. Aristóteles também define a poesia épica como mímesis, mas em um sentido positivo, pois ela tem o poder de enriquecer os fenômenos sensíveis. Assim, o objetivo deste trabalho é investigar o papel da poesia épica em ambos os filósofos, compreendendo e estabelecendo as suas divergências.

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Publicado

28-01-2016

Como Citar

VOIGT, A. C.; ROLLA, C. E. O.; SOERENSEN, C. O CONCEITO DE MÍMESIS SEGUNDO PLATÃO E ARISTÓTELES: BREVE CONSIDERAÇÕES. Travessias, Cascavel, v. 9, n. 2, 2016. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/travessias/article/view/12509. Acesso em: 24 jan. 2022.

Edição

Seção

CULTURA