Triagem auditiva neonatal (TAN): compreensão de mães a partir de recurso fotográfico
DOI:
https://doi.org/10.48075/ri.v25i2.30504Palavras-chave:
Saúde Pública, Triagem Auditiva Neonatal, Humanização, Fonoaudiologia, FotografiaResumo
O estudo buscou compreender o momento da TAN para mães atendidas em uma clínica-escola de fonoaudiologia. De cunho descritivo, qualitativo, parecer - 5.240.496, a pesquisa ocorreu em três momentos na TAN, no primeiro efetuou-se a caracterização das mães e seus bebês por meio de questões objetivas. No segundo momento, durante a captação das emissões otoacústicas, foi realizado o registro de uma fotografia, que foi disparadora de uma entrevista no terceiro momento. Participaram cinco mães, com faixa etária média de 30,6 anos. Houve a predominância da escolaridade ensino médio completo e a atividade laboral no setor de comércio. Todos os bebês foram a termo, com idade média atual de 30 dias. Não houve presença de Indicadores de Risco para a Deficiência Auditiva (IRDA) e nenhum bebê “Falhou” no teste. A compreensão das mães sobre o momento da TAN evidenciou antagonismos de sentimentos, como o cuidado, afetividade, satisfação pela realização do teste, conhecimento sobre a audição do bebê, tal como insegurança pelo procedimento e possíveis resultados. O momento do teste constitui-se da vivência de expectativas singulares, e as experiências anteriores com intervenções provocaram impactos sobre este momento, assim como a redução do sofrimento pelo já conhecimento existente. As mães relataram que a fotografia foi um importante registro do cuidado auditivo de seus filhos. Conclui-se que a intervenção realizada no momento da TAN promoveu uma pluralidade de sentimentos, que demandam a necessidade de se promover ações voltadas para a humanização dos cuidados em saúde auditiva.
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