LINGUAGEM E IDENTIDADE: O RESPEITO POR MEIO DAS POLÍTICAS LINGUÍSTICAS
DOI:
https://doi.org/10.48075/ri.v13i2.5253Palabras clave:
Palavras-chave, políticas linguísticas, diversidade cultural, fronteira,Resumen
RESUMO: A realidade educativa de áreas de fronteira apresenta aspectos educacionais e identitários com características próprias face à proximidade e o intercambio linguístico/cultural e a presença de línguas em contato. O Brasil, pela sua proporção e localização limítrofe com países de língua espanhola, especificamente na fronteira do Brasil, Paraguai e a Argentina, na região de Foz do Iguaçu-PR, apresenta expressivo multiculturalismo e as identidades presentes neste contexto destacam-se pela diferença e pelas “identidades em movimento” (MELIÁ, 2006; SILVA, 2004, HALL, 2008). As características fronteiriças distintas estão contribuindo para uma visão mais aberta sobre a educação e chamam a atenção sobre aspectos educativos que alertam para a necessidade e continuidade de políticas linguístico/educativas em prol da integração regional e da construção do sujeito. Entendemos que a construção de um ser humano mais crítico, mais acessível à cultura do outro passa pela educação e pela aceitação da diferença e, neste sentido, aceitar uma identidade diferente da sua é respeitar a do outro, sem estigmatizar cultura e crenças, muito menos sua língua, pois “as línguas não existem sem as pessoas que as falam e a história de uma língua é a história de seus falantes” (CALVET, 2002, p. 12). Nesta perspectiva, temos como objetivo, neste trabalho, abordar as políticas linguísticas (CALVET, 2007) no contexto de fronteira, a criação do Projeto Escolas Bilíngues de Fronteiras e o ensino obrigatório da língua espanhola, relacionando-os aos principais conceitos do sociólogo francês PIERRE BOURDIEU (1989, 1998)
ABSTRACT: Educational reality in border areas develops its own features as to regards education and identity aspects due to its proximity, linguistic-cultural interchange and the presence of languages in contact. Because of its size and location on the border of Spanish-speaking countries, especially on the border of Brazil, Paraguay and Argentina, in Foz do Iguaçu-PR, Brazil presents significant multiculturalism, and identities in this context are particular for their differences and “identity movements” (MELIÁ, 2006; SILVA, 2004, HALL, 2008). Special border characteristics contribute to a more open perspective of education and consider educational aspects which are an alert to the necessity and continuity of linguistic-educational policies, with the aim of regional integration and the constitution of the subject. We believe that making more critical human beings, who are more understanding of different cultures, depends on education and on the acceptance of differences. In this sense, accepting a different identity is respecting other people, without any sort of prejudice regarding culture, beliefs and especially the language, because “without speakers, language do not, cannot exist and the history of a language is the history of its speakers” (CALVET, 2002, p. 12). In this perspective, we have the aim, in this article, of dealing with linguistic policies (CALVET, 2007) in a border context, the development of the project “Projeto Escolas Bilíngues de Fronteiras” and the mandatory Spanish language education in the area, relating the main concepts of the French sociologist Pierre Bourdieu (1989, 1998).
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