Qualidade físico-química de frutos de morangueiro em função da adubação potássica

Autores

  • J. C. Marodin
  • J. T.V.de Resende
  • R. G.F. Morales
  • C. K. Camargo
  • L. K.P. Camargo
  • P. S. Pavinato

DOI:

https://doi.org/10.18188/sap.v9i3.5260

Palavras-chave:

Fragaria x ananassa, adubação, potássio

Resumo


A melhoria das características do morango é uma forma de garantir melhor aceitação pelo mercado consumidor e melhor rendimento no processamento e industrialização. Nesse contexto, a nutrição e adubação do morangueiro são fatores importantes a serem
considerados para melhorar a produtividade, conservação  pós-colheita e propriedades físico-químicas do fruto. O presente trabalho teve como objetivo avaliar as características
físico-químicas de frutos de duas cultivares de morangueiro, em função da adubação com diferentes doses de fertilizante potássico. Os tratamentos foram quatro doses de K2O (0,200, 400 e 600 kg ha-1) e duas cultivares de morangueiro (Camarosa e Sweet Charlie) produzidas em cultivo protegido. O delineamento experimental foi em blocos casualizados em esquema fatorial 4x2, com 3 repetições. Foram avaliados os teores de sólidos solúveis,
pH, massa seca e acidez titulável nos frutos. Para as análises foram amostrados 20 frutos de cada parcela, colhidos e armazenados a baixas temperaturas (-5 oC). Os maiores teores
de massa seca nos frutos de morango da cultivar Camarosa foram obtidos na dosagem de 332,5 kg ha-1 de K2O. A cultivar Sweet Charlie respondeu com maior acúmulo de massa seca e maiores teores de sólidos solúveis até a dose de 479 kg ha-1. Conforme esses resultados, doses de fertilizante potássico entre 300 e 500 kg ha-1 são consideradas ideais para a qualidade dos frutos do morangueiro.

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

MARODIN, J. C.; RESENDE, J. T.; MORALES, R. G.; CAMARGO, C. K.; CAMARGO, L. K.; PAVINATO, P. S. Qualidade físico-química de frutos de morangueiro em função da adubação potássica. Scientia Agraria Paranaensis, [S. l.], v. 9, n. 3, 2000. DOI: 10.18188/sap.v9i3.5260. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/scientiaagraria/article/view/5260. Acesso em: 19 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos Científicos