Atrativos alimentares na flutuação populacional de moscas-das-frutas e abelha irapuá

Autores

  • L. Villar
  • M. C.M. Cruz
  • R. A. Moreira
  • P. N. Curi

DOI:

https://doi.org/10.18188/sap.v9i3.5262

Palavras-chave:

Anastrepha, Trigona spinipes, monitoramento, inseto

Resumo


As moscas-das-frutas são pragas importantes para a maioria das frutíferas em função dos danos que causam, inviabilizando a comercialização das frutas. Objetivou-se nesse trabalho testar diferentes sucos de frutas como atrativos alimentares no  monitoramento da flutuação populacional de moscas-das-frutas e abelha irapuá em um pomar localizado na região Sul de Minas Gerais, formado por diferentes frutíferas: citros, maracujazeiro, pessegueiro e aceroleira. O monitoramento foi realizado por um ano, em delineamento em blocos casualizados,  com cinco tratamentos, isto é, suco fresco de laranja (50%), preparado com fruta in natura, e sucos preparados com polpa congelada Brasfrut
® e 10% de açúcar cristal nos sabores manga (30%), goiaba (30%) e maracujá (30%), além de solução de açúcar  cristal (10%). Foram feitas quatro repetições, com parcelas subdividas no tempo, referentes às diferentes épocas de avaliação. Cada bloco foi representado por uma frutífera, isto é, citros, maracujazeiro, pessegueiro e aceroleira, em cujas plantas foram distribuídas as armadilhas com 200 mL de solução atrativa cada, sendo uma armadilha instalada no  terço mediano  de cada planta,  totalizando 20 armadilhas no experimento. Os sucos de laranja, manga, goiaba e maracujá apresentaram boa atratividade para o monitoramento de moscas-das-frutas. Para o monitoramento populacional da abelha irapuá, os sucos de laranja, manga e goiaba foram mais eficientes.

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

VILLAR, L.; CRUZ, M. C.; MOREIRA, R. A.; CURI, P. N. Atrativos alimentares na flutuação populacional de moscas-das-frutas e abelha irapuá. Scientia Agraria Paranaensis, [S. l.], v. 9, n. 3, 2000. DOI: 10.18188/sap.v9i3.5262. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/scientiaagraria/article/view/5262. Acesso em: 19 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos Científicos