Biologia floral, reprodutiva e propagação vegetativa de baunilha

Autores

  • C. A.M. Reis
  • G. E. Brondani
  • M. de Almeida

DOI:

https://doi.org/10.18188/sap.v10i1.5271

Palavras-chave:

Vanilla chamissonis, Orchidaceae, polinização, frutificação, estaquia

Resumo


A espécie Vanilla chamissonis  é uma orquídea de ocorrência natural nas restingas do Estado de São Paulo  com elevado  interesse econômico, contudo, o manejo sustentado dos povoamentos naturais visando a produção comercial de seus frutos não é praticado. O presente trabalho objetiva, descrever aspectos da biologia floral, reprodutiva e propagação vegetativa de povoamentos naturais de  Vanilla chamissonis, visando
informações úteis para seu o manejo sustentado. Para estudos da biologia floral, monitorou-se o período da antese até  a   senescência das flores nos períodos diurnos e noturnos, e a presença de agentes polinizadores. Para o estudo da biologia reprodutiva, avaliaram-se os tratamentos: T1-testemunha (sem intervenção), T2-autopolinização manual/autogamia induzida, T3-polinização artificial cruzada/alogamia induzida, T4-
autopolinização espontânea/autogamia e T5-polinização natural cruzada/alogamia. Para a propagação vegetativa, a porção inferior das estacas foi tratada com ácido indolacético (AIA) e ácido indolbutírico (AIB), ambos aplicados em pasta à 3.000 mg L-1. O manejo sustentado da baunilha possui atributos necessários a condução pela comunidade local. A observação direta das flores desde a antese até a senescência foi adequada, contudo não foi possível determinar os agentes responsáveis pela  polinização. A polinização cruzada é a mais adequada para o manejo visando a produção comercial de frutos. O emprego do AIB apresentou maior número de raízes terrestres.

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

REIS, C. A.; BRONDANI, G. E.; ALMEIDA, M. de. Biologia floral, reprodutiva e propagação vegetativa de baunilha. Scientia Agraria Paranaensis, [S. l.], v. 10, n. 1, p. p. 69, 2000. DOI: 10.18188/sap.v10i1.5271. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/scientiaagraria/article/view/5271. Acesso em: 19 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos Científicos