Efeito da adubação nitrogenada e altura de corte sobre o capim tanzânia

Autores

  • N. R. Nagano
  • C. Zanet
  • C. S. Tritan
  • D. H. Santos

DOI:

https://doi.org/10.18188/sap.v10i1.5288

Palavras-chave:

nitorgenio, matéria seca, Panicum maximum

Resumo


O trabalho objetivou avaliar produção e qualidade do capim Tanzânia em razão da altura de corte e adubação nitrogenada. O experimento foi conduzido em vasos, em casa de vegetação, no município de Presidente Prudente-SP, durante os meses de abril a
outubro de 2007. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial 5x2, sendo cinco doses de nitrogênio (0, 20, 40, 80 e 160 kg ha-1) e duas alturas de cortes (20 e 40 cm). O nitrogênio foi aplicado por ciclo de cultivo, ou seja, aos 45
dias após a emergência quando foi realizado o corte de nivelamento, e as outras duas aplicações foram realizadas logo após o primeiro e segundo corte, com intervalo entre ciclos de 35 dias, sendo utilizado uréia. Com a altura de corte a 20 cm do solo
ocorreram as maiores produções de matéria seca nos três ciclos de cultivos. As maiores produções de matéria seca de Panicum maximum cortadas a 20 cm foram obtidas com doses  intermediárias de N, diferente das plantas cortadas a 40 cm, em que as produções máximas de matéria seca foram alcançadas com a maior dose de N aplicada, em todos os ciclos de corte. O maior perfilhamento de Panicum maximum e as maiores respostas
à adubação nitrogenada quanto à produção de perfilhos ocorreram no primeiro ciclo de cultivo, independente da altura de corte. O teor de proteína bruta foi influenciado pelas doses de nitrogênio no primeiro ciclo e na altura de corte a 20 cm, alcançando teor
máximo de proteína bruta (12,5%) com a aplicação de 80 kg ha
-1 de N.

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

NAGANO, N. R.; ZANET, C.; TRITAN, C. S.; SANTOS, D. H. Efeito da adubação nitrogenada e altura de corte sobre o capim tanzânia. Scientia Agraria Paranaensis, [S. l.], v. 10, n. 1, p. p.100, 2000. DOI: 10.18188/sap.v10i1.5288. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/scientiaagraria/article/view/5288. Acesso em: 19 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos Científicos