Avaliação da erodibilidade do solo em áreas de terra preta arqueológica com pastagem e floresta nativa no sul do Amazonas

Igor Hister Lourenço, Elilson Gomes de Brito Filho, Milton César Costa Campos, Marcelo Dayron Rodrigues Soares, Wildson Benedito Mendes Brito, José Maurício da Cunha

Resumo


entre as principais consequências provenientes da degradação dos solos a erosão mostra-se como a mais perigosa, pois causa o arraste dos nutrientes da camada superficial dos solos. Logo, visto os impactos que podem ser causados por esse fenômeno, objetiva-se neste trabalho analisar a erodibilidade de solos denominados TPAs (Terras Pretas Arqueológicas), por meio de técnicas indiretas para posterior análises descritivas e geoestatísticas para que se torne possível a determinação ou não, de correlação espacial, geração de mapas de distribuição e construção do MDE (Modelo Digital de Elevação). O objetivo desde projeto, é determinar a erodibilidade e sua variabilidade espacial em solos de terras pretas arqueológicas sob cultivo de pastagem e floresta. Para tal, foram estabelecidas uma malha de 80 x 56 m com espaçamento regular de 8 m entre os pontos amostrais em uma área sob cultivo de pastagem; e uma malha de 60 x 42 m com espaçamento regular de 6 m entre pontos em uma área de floresta natural. Os solos serão amostrados nos pontos de cruzamento das malhas, sob as profundidades de 0,00 – 0,20; 0,20 – 0,40, totalizando 356 pontos amostrais. Os valores médios da erodibilidade encontrados são de 0,0893 Mg ha h ha-1 MJ-1 mm-1 e 0,0983 Mg ha h ha-1 MJ-1 mm-1 para pastagem e floresta respectivamente. Ambas as áreas possuem índices de erodibilidade extremamente altos, com a floresta se apresentando maior, em relação a área de pastagem.

Palavras-chave


solos amazônicos, antropização, geoestatística.

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