A CONVENÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA, AS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS E OS INTERESSES PRIVADOS

Angela Mara de Barros Lara, Maria Nilvane Fernandes

Resumo


O artigo possui como objetivo evidenciar a influência das Organizações não Governamentais Internacionais (OINGs) na promulgação da Convenção dos Direitos da Criança, em 1989. Com a promulgação da normativa, peritos especialistas, indicados por OINGs tornaram-se referência na fiscalização dos Estados-membros. A pesquisa concluiu que tais peritos, para serem nomeados para a cadeira de representação de um país, necessitam de uma ampla rede de contatos. Essa rede, formada pela sociedade civil é composta por um vasto empresariado que chancela se o candidato a perito é reconhecido socialmente para ocupar o cargo. Na elaboração do artigo mapeamos com o auxílio do software de análise Cmap Tools a rede de dois peritos, sendo eles, Antonio Carlos Gomes da Costa e Wanderlino Nogueira Neto. O estudo conclui que a rede que indicou os peritos pode comprometer a avaliação das instituições, tendo em vistas, que muitos delas executaram serviços contratando ONGs (nacionais e internacionais) às quais os peritos eram vinculados, antes da indicação.

Palavras-chave


ONU; Convenção dos direitos da Criança; ONGs

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.17648/educare.v15i37.23996

Direitos autorais 2021 Educere et Educare

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - Não comercial - Compartilhar igual 4.0 Internacional.

______________________________________________________________

Revista Educere et Educare

e-ISSN 1981-4712 — ISSN 1809-5208
Unioeste - Universidade Estadual do Oeste do Paraná
Campus de Cascavel
Programa de Pós-Graduação em Educação

Rua Universitária, 2069 - Jardim Universitário
Cascavel – Paraná - CEP: 85819-110
E-mail: educereeteducare@gmail.com