FRONTEIRAS TERRITORIAIS VERSUS FRONTEIRAS IDEOLÓGICAS: A GEOPOLÍTICA DO ANTICOMUNISMO NO MARCO DAS DISCUSSÕES SOBRE TERRORISMO DE ESTADO NO CONE SUL

Autores

  • Marla Barbosa Assumpção

Palavras-chave:

Terrorismo de Estado, Doutrina de Segurança Nacional, “fronteiras ideológicas”.

Resumo


O presente artigo se propõe a analisar, no marco das discussões sobre Terrorismo de Estado, os aspectos concernentes à diretriz das “fronteiras ideológicas”, a qual, dentre outros aspectos, subordinou as fronteiras territoriais dos países geridos pela Doutrina de Segurança Nacional. Essa noção contribuiu para pautar as ações das ditaduras civil-militares das décadas de 1960 e 1970 vigentes no Cone Sul e legitimou as ações de controle, perseguição e repressão ao denominado “inimigo interno” desses regimes. No tocante ao caso brasileiro, nesse contexto, a região fronteiriça do estado do Rio Grande do Sul esteve no centro dos acontecimentos, uma vez que o combate aos opositores não ficava circunscrito apenas ao território nacional e que, portanto, a fronteira deveria ser fluida para a ação repressiva, por um lado, e barreira para os “inimigos” do regime por outro, tendo em vista a diretriz supracitada.

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

ASSUMPÇÃO, M. B. FRONTEIRAS TERRITORIAIS VERSUS FRONTEIRAS IDEOLÓGICAS: A GEOPOLÍTICA DO ANTICOMUNISMO NO MARCO DAS DISCUSSÕES SOBRE TERRORISMO DE ESTADO NO CONE SUL. Espaço Plural, [S. l.], v. 13, n. 27, p. 178–194, 2000. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/espacoplural/article/view/8584. Acesso em: 25 jan. 2022.

Edição

Seção

Dossiê: Ditaduras de Segurança Nacional e Terrorismo de Estado