VISITA A UM ESPAÇO NÃO FORMAL DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DE CIÊNCIAS: UM ESTUDO DE CASO A PARTIR DE INDICADORES DE PENSAMENTO COMPLEXO

Autores

  • Diego Machado Ozelame
  • João Bernardes da Rocha Filho

DOI:

https://doi.org/10.48075/rfc.v18i27.12338

Palavras-chave:

Ensino de ciências, Espaço não formal de aprendizagem, Pensamento complexo.

Resumo


Nesta pesquisa analisamos a contribuição que uma visita a um espaço não formal de aprendizagem pode proporcionar para a construção do conhecimento no ensino de Ciências em um grupo de estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental. O objetivo foi compreender como esta visita pôde contribuir para a construção de elementos de pensamento complexo a partir do tema fauna. A abordagem da pesquisa foi qualitativa, com metodologia de pesquisa com características de estudo de caso. Os procedimentos e instrumentos para coleta de dados consistiram registro do diário de classe, questionários e confecção desenhos. Todos os dados coletados na investigação foram submetidos à análise textual discursiva. Adotamos indicadores a priori de elementos de pensamento complexo para determinar em que medida poderia ser afetada à evolução das concepções dos estudantes sobre o tema estudado antes e após a visita. Os resultados obtidos apontaram que a visita ao espaço não formal foi determinante para a evolução das concepções dos estudantes com características dos indicadores de elementos do pensamento complexo.

 

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Publicado

21-12-2016

Como Citar

OZELAME, D. M.; DA ROCHA FILHO, J. B. VISITA A UM ESPAÇO NÃO FORMAL DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DE CIÊNCIAS: UM ESTUDO DE CASO A PARTIR DE INDICADORES DE PENSAMENTO COMPLEXO. Revista Faz Ciência, [S. l.], v. 18, n. 27, p. 93, 2016. DOI: 10.48075/rfc.v18i27.12338. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/fazciencia/article/view/12338. Acesso em: 19 jan. 2022.

Edição

Seção

Artigos