MOVIMENTO ARMORIAL: A DUALIDADE ENTRE O ERUDITO E O POPULAR

Authors

  • Jonatan Nunes Teixeira Federal University of Grande Dourados image/svg+xml
  • Paulo Custódio de Oliveira Federal University of Grande Dourados image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.48075/rlhm.v13i22.17861

Keywords:

Erudito, Popular, Romance, Ariano Suassuna,

Abstract

Sem dúvida a maior obra armorial é o Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do vai-e-volta, de autoria de Ariano Suassuna e que contém, por meio de uma narração em primeira pessoa, características tidas tanto eruditas quanto populares, dialogando com elementos da Idade Média Europeia ao mesmo tempo em que conversa com obras brasileiras, chegando inclusive a ser adaptada para uma série de televisão nos anos 2000. A obra funciona como representante do Movimento Armorial, fundado na década de 70 e encabeçado pelo próprio Suassuna e envolveu não só a literatura, como também as outras artes (música, teatro). Pretendendo valorizar o erudito e ao mesmo tempo agregar elementos folclóricos (populares), principalmente aqueles obtidos da cultura sertaneja da região nordeste, teve como um ponto característico um forte nacionalismo, ligado intimamente à ideia de povo, e que se faz presente no romance sendo citado recorrentemente pelo personagem-protagonista.

Author Biographies

  • Jonatan Nunes Teixeira, Federal University of Grande Dourados
    Mestrando em Letras pela UFGD. Especialista em Letras pela UEMS. Especialista em Filosofia e Sociologia pela FAVENI. Graduado em Letras: Licenciatura pela UFGD.
  • Paulo Custódio de Oliveira, Federal University of Grande Dourados
    Doutor em Letras pela Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho". Docente do quadro permanente da Universidade Federal da Grande Dourados/UFGD.

Published

31/12/2017

Issue

Section

DOSSIÊ LITERATURA KITSCH E CULTURA POPULAR

How to Cite

TEIXEIRA, Jonatan Nunes; OLIVEIRA, Paulo Custódio de. MOVIMENTO ARMORIAL: A DUALIDADE ENTRE O ERUDITO E O POPULAR. Journal of Literature, History and Memory, [S. l.], v. 13, n. 22, p. 163–174, 2017. DOI: 10.48075/rlhm.v13i22.17861. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/rlhm/article/view/17861. Acesso em: 16 sep. 2026.