Desastres na Bacia do Alto Paraguai - BAP: mapeamento estratégico de risco abrangendo Pantanal e Chaco

Autores

DOI:

https://doi.org/10.48075/ijerrs.v7i1.34266

Resumo

Os eventos climáticos extremos são caracterizados por condições meteorológicas significativamente divergentes das médias usuais, podendo causar grandes impactos em áreas urbanas e rurais. Na Bacia do Alto Paraguai (BAP), esses eventos vêm se intensificando, afetando ecossistemas como o Pantanal e o Chaco. Este estudo objetivou quantificar o risco de desastres na região, utilizando geotecnologias como ferramenta para mitigação de impactos e gestão de risco. A metodologia empregada baseou-se na equação de risco de Marcelino et al. (2006), que considera fatores como densidade demográfica, pobreza, população dependente e o índice de desenvolvimento humano (IDHM). Os dados foram processados no software QGIS (QGIS Development Team, 2024) e os resultados foram classificados em cinco níveis de risco, variando de muito baixo a muito alto. Os resultados revelaram diferenças significativas entre os Estados que compõem a BAP. No Mato Grosso, 43% dos municípios apresentaram risco muito baixo, enquanto 4% estavam na faixa de muito alto risco. Em Mato Grosso do Sul, 24% dos municípios apresentaram risco muito baixo e 6% estavam em risco muito alto. Ao se analisar a BAP como um todo, 31% dos municípios estavam em risco muito baixo, enquanto 4% enfrentavam risco muito alto. 

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Publicado

02-06-2025

Como Citar

BARROS, W. M.; PARANHOS FILHO, A. C. Desastres na Bacia do Alto Paraguai - BAP: mapeamento estratégico de risco abrangendo Pantanal e Chaco. International Journal of Environmental Resilience Research and Science, [S. l.], v. 7, n. 1, p. 1–16, 2025. DOI: 10.48075/ijerrs.v7i1.34266. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/ijerrs/article/view/34266. Acesso em: 14 maio. 2026.